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Doce veneno

  • 29 de dez. de 2025
  • 13 min de leitura
Doce veneno

No filme Matrix, que já pode ser considerado um clássico do cinema, há uma cena aclamada em que o protagonista é convidado a decidir entre a verdade e a ilusão, simbolizadas respectivamente pela pílula vermelha e a azul. Caso optasse pela ilusão, Neo, o personagem principal, acordaria sem a memória de sua recente descoberta acerca da simulação em que vivia, continuando preso no mundo artificialmente construído para enganar a humanidade, entretanto, se escolhesse a verdade, ingressaria em uma guerra contra as mesmas máquinas que mantinham os humanos cativos na mencionada simulação.

A escolha entre as pílulas parece a mais emblemática do longa-metragem, pois marca o pontapé inicial a trama por se tratar do momento em que o protagonista decide pela verdade, se colocando contra a ilusão que aprisiona a maior parte da humanidade. O Mito da Caverna está representado naquele ato, posto que, Neo deixa a escuridão disposto a libertar todos aqueles que ainda estão presos pela simulação.

Durante o desenrolar da trama, um traidor põe todo o grupo de Neo em risco, sabotando a missão para colaborar com as máquinas, sendo um momento marcante do filme. A maioria dos espectadores considera o traidor como um indivíduo abjeto, haja vista que, se une às máquinas para ajudá-las a manter a humanidade cativa, ou seja, conspira contra sua própria espécie e aqueles que lutam pela verdade.

O acordo entre o traidor e as máquinas é celebrado em uma simulação em que a figura se encontra com programas que se apresentam como agentes do sistema, assumindo feições humanas para interagirem com as pessoas no universo simulado, e, durante a reunião, o traidor saboreia um suculento bife, não ignorando que aquela bela refeição seja uma farsa, mas estando feliz por ser uma simulação mais prazerosa que a realidade em que vive.

O traidor deixa claro que está consciente que a simulação o envia estímulos para que sinta o maravilhoso saber do bife, entretanto, prefere o acordo com as máquinas por perceber que a realidade não lhe ofertará uma refeição tão suculenta. Ele não escolhe entre a mentira conhecida e uma verdade que lhe será apresentada, mas entre a mentira prazerosa e a dura verdade, preferindo o caminho mais confortável. Diferente do protagonista que decide mergulhar na escuridão em nome da liberdade, o traidor prefere condenar a humanidade para viver sem sacrifício e de forma hedonista, não temendo o desconhecido, mas renunciando seu dever em troca de afagos.

Em comparação ao Mito da Caverna de Platão, o protagonista de Matrix e seu grupo deixam a escuridão para se tronarem livres, mas buscam conduzir todos à luz, tentando libertar a humanidade da simulação. O traidor, por seu turno, seria um agente que, ao sair da caverna, incomodado com os ventos frios, as queimaduras provenientes dos raios solares e com as fortes chuvas, mata os demais membros de sua equipe, volta para a caverna e diz que não há saída, alegando que os outros morreram tentando e desencorajando qualquer um que queira buscar a liberdade, simplesmente por acreditar que a caverna é uma proteção e não uma prisão.

Alguns indivíduos estão dispostos a acreditar que viver uma boa farsa é melhor que buscar a liberdade, delegando a outrem o destino de suas vidas, da sociedade e, talvez, de toda a humanidade. A maioria das vezes as decisões erradas partem do equívoco, uma falsa compreensão da realidade que pode ser resultado da percepção distorcida ou de uma mentira que a leva a escolher algo que, de fato, não desejavam, contudo, há quem opte pelo mal de forma consciente tão somente por presumir que se beneficia em razão de tal escolha, assumindo que a colaboração com o capeta lhe renderá um tratamento mais glamoroso no inferno, uma vez que acreditam que a ascensão das trevas é inevitável.

Como aquele traidor que acreditava na vitória das máquinas sobre os homens e desejava uma vida confortável no mundo controlado por aqueles que, supunha, sairiam vencedores, aquele que acredita que o mal é uma força inevitável, aceitando servi-lo para que sua miserável vida não seja tão miserável quanto aquelas que ajudou a condenar à danação.

Os que sonham em ser a elite do inferno, colaborando com a tirania, esquecem que déspotas não gozam da virtude da lealdade e, por isso, acreditam que os outros também não guardem, no caso de seus asseclas não é uma inverdade, logo, livrar-se-ão de seus mais fortes serviçais assim que tenham a oportunidade. Os expurgos provam que nem mesmo o diabo confia seus demônios, haja vista que, sua natureza é conspirar e trair.

Após a queda do regime nazista, a Alemanha foi dividida em quatro blocos, ficando três deles sob a administração dos Estados Unidos da América, Reino Unido da Grã Bretanha e França, enquanto o último dos blocos ficou subordinado à, nada saudosa, União Soviética. Com o tempo, os três blocos sujeitos às nações livres se unificaram e deram origem ao país que ficou conhecido como Alemanha Ocidental ao passo que o bloco ligado ao regime soviético se autodenominou como República Democrática da Alemanha, também conhecida como Alemanha Oriental.

A Alemanha Oriental, que se chamava República Democrática da Alemanha, em razão dos totalitários socialistas se autoproclamarem como democráticos para iludir os incautos, quando percebeu que era impossível se provar como alternativa melhor que o mundo livre, justamente por ser o socialismo uma farsa fadada ao fracasso, decidiu construir uma barreira para impedir que seus escravos, que chamava de cidadãos, de escolherem o regime sob o qual viver.

O muro da prisão socialista foi chamado de muro antifascista, prometendo proteger os cidadãos da Alemanha Oriental das influências imperialistas do mundo livre ao passo que os mantinha cativos sob o julgo do regime nefasto. É possível compreender o quê levou os cidadãos da Alemanha Oriental a permitirem que tal muro fosse edificado, uma vez que, antes da guerra os alemães estavam sob a influência do regime nazista ou não possuírem meios de se contrapor às vontades de Moscou.

Se por um lado o regime nazista incutiu no imaginário do povo alemão a mentalidade coletivista, em decorrência de sua face socialista, fazendo com que aquele povo acreditasse que o Estado fosse o caminho para a salvação e evolução humana, aqueles que perceberam que delegar poderes em demasia a tiranos era um erro, estavam sufocados pelo regime soviético, irmão daquele que o precedera na Alemanha Oriental, não tendo meio de se por sem sofrer reprimenda grave.

Obviamente, a República Democrática da Alemanha fracassou com o passar dos anos e todos que não puderam antever o mal acabaram reféns de mais um nefasto regime. O chamado Muro de Berlim, que os socialistas chamaram de muro antifascista para manter a farsa que os apresentava como opositores de um sistema totalitário que, na verdade, era um desdobramento do socialismo, obteve êxito em seu objetivo ao manter os indivíduos presos na Alemanha Oriental e sua queda simbolizou a libertação daquela gente, sendo amplamente comemorada pelo povo alemão, pelo muno e simbolizando a reunificação da Alemanha, mas, agora, como um país livre.

A Alemanha livre, passados poucos anos da unificação, elegeu Angela Merkel para o cargo de Chanceler, conferindo poder a uma política gerada no âmbito do único partido que governou a abjeta República Democrática da Alemanha, ou seja, o povo livre da Alemanha unificada decidiu colocar no poder uma figura que teve sua formação política no cerne da ditadura da qual, seus antepassados foram aprisionados e se esforçaram para fugir durante décadas.

A maioria das pessoas se perguntaria o que motivou o povo alemão a ser tão estúpido a ponto de votar em alguém que se identificava com o regime que aprisionou gerações que os antecederam, de maneira que, é necessário avaliar o quê levou o povo a delegar poder a uma figura gestada na Alemanha Oriental, trazendo vícios daquele regime.

Evidentemente, uma parcela do povo alemão era composta por militantes socialistas que se beneficiavam das políticas da Chanceler e, talvez, amassem o fracassado regime da fracassada Alemanha Oriental, entretanto, é nítido que outros tantos abraçaram tal figura por acreditarem em promessas confortáveis, a cervejinha com chucrutes, assimilando que a bondade está ligada ao assistencialismo.

O resultado é nítido, a Alemanha se tornou um país com dependência energética da Rússia, tomado pelo identitarismo, adepto de causas que se intitulam ambientais e assolado pela descontrolada imigração islâmica, sofrendo grave corrosão em sua estrutura social. Ao final de seu mandato, que perdurou do ano de 2005 a 2021, seu país estava fragilizado por acolher os ideais intitulados progressistas, embora ainda seja uma rica nação, mas a prosperidade alemã é fruto da Alemanha Ocidental, sendo parasitada pela face socialista, da qual, sem dívida, Angela Merkel é parte.

Merkel corroeu a Alemanha de forma gradual, introduzindo sua agenda progressista tão lentamente que a maioria do povo alemão sequer percebeu o avanço, se tornando um exemplo para outras figuras que também pretendiam, através da chamada social-democracia, destruir a cultura ocidental para impor regimes totalitários em nome de uma ideologia fracassada e nefasta.

Parte daqueles que defendem as pautas progressistas decidiu, de forma consciente, abraçar sua própria destruição, adotando a postura denominada como empatia suicida, escolhendo a danação em razão da aceitação ou da demonstração de uma falsa bondade. Muitos agem contra a sua própria espécie tão somente para serem aceitos em um grupo ou seita, assumindo premissas que, em condições normais, seriam incapazes de cumprir, admitindo o absurdo para evitar o ostracismo.

Um exemplo claro é o da militância feminista, que precisa se reinventar a cada colapso cognitivo, posto que, a agenda é incompatível com a realidade, sendo tais crises inevitáveis. O movimento feminista se apresenta como libertador para as mulheres, propagandeando a farsa de igualdade, entretanto, encontra sua primeira barreira quando o tratamento dispensado aos homens em uma sociedade se prova mais rígido e exigente que o dado às mulheres.

O movimento feminista, de forma mentirosa, se atribuiu a conquista do voto feminino, apontando como uma conquista das mulheres e uma vitória sobre a hegemonia política dos homens, ao passo que ignora a participação dos homens no processo de universalização dos votos. Por outro lado, apesar de as mulheres adquirirem o mesmo poder de voto que os homens, estas nunca pediram o dever de se somarem às forças de defesa em caso de guerra, de forma que, no momento de escolha dos rumos a qual sua nação seguirá, as vozes de homens e mulheres se igualam, mas, se preciso for, ao enfrentar as consequências de suas escolhas, os homens deverão se entrincheirar ao passo que às mulheres será facultado mesmo destino.

Na guerra da Ucrânia, como exemplo, homens e mulheres tiveram o mesmo poder no momento de escolherem seus governantes, mas quando a ditadura de Putin decidiu avançar sobre as terras ucranianas, os homens não puderam deixar o país e poucas foram as mulheres que se somaram às forças de defesa.

Não estamos defendendo a obrigatoriedade de mulheres em frentes de batalha ou a retirada de seu direito ao voto, mas que as mulheres tenham consciência de que seus irmãos, maridos e filhos poderão enfrentar uma guerra em razão daquilo que escolhem ao votar, um pensamento que não será levado em consideração por integrantes de um movimento que desprezam os homens. Por seu turno, o movimento feminista deveria, por obrigação moral, defender que mulheres fossem tratadas da mesma forma que homens em momentos de guerra, mas movimentos identitários não possuem consciência, tornando fácil para o movimento superar tal obstáculo ao fugir do tema.

Em uma segunda reviravolta, o movimento feminista, que é um dos tentáculos do progressismo, se viu em confronto com o movimento transexual, haja vista que mulheres de verdade viam homens que se declaravam como mulheres tomando seus espaços nos esportes, nos banheiros e em qualquer lugar criado especialmente para mulheres, mas o colapso precisava ser superado em nome da vassalagem aos senhores da revolução, surgindo uma nova onda no movimento feminista, remendando mais uma fez a figura moribunda em razão de mais um choque de realidade, e, sem o menor pudor, as feministas da nova onda argumentam que mulheres trans, mesmo mantendo órgãos genitais masculinos, são mulheres reais e, por tal razão, podem ocupar espaços femininos sem qualquer problema, mesmo que, nitidamente, tenham vantagem.

A autora da série Harry Potter, J. K. Rowling se tornou alvo dos grupos identitários quando se recusou a reconhecer que homens possam, ao alegar serem mulheres, ocupar espaços destinados à pessoa do sexo feminino. Mesmo sendo feminista declarada, foi rapidamente ostracizada e atacada, tendo em vista que sua posição contrariar os interesses dos líderes progressistas.

A loucura avançou e mulheres lésbicas do Reino Unido foram apontadas como transfóbicas por se recusarem a ter relações sexuais com homens que se diziam mulheres, o quê fez com quê algumas até permitisse, segundo elas, contra a vontade que a relação fosse consumada. A submissão à seita foi tamanha que elas se sujeitaram a relações heterossexuais apesar de afirmarem não serem adeptas de tais práticas. Algo que nos faz questionar se a própria condição de lésbica não seria uma forma de pertencer ao grupo e não uma escolha consciente e livre.

Os grupos identitários negam qualquer fato que aponte contra sua narrativa e, por isso, tentam rotular qualquer assassinato de homossexuais, mulheres e negros como ações motivadas por ódio ao arquétipo do grupo, buscando apagar qualquer outra causa que não sirva ao discurso, chegando a dizer que forças de segurança matam negros nas comunidades ao passo que escondem os motivos de tais mortes, quase sempre uma ação em legítima defesa contra membros de organizações criminosas.

A operação desencadeada no Complexo do Alemão que resultou na morte de quatro policiais e cento e vinte supostos infratores foi alvo de acusações que apontavam para a insanidade, por enquanto, do racismo estrutural e que as forças de segurança teriam promovido o extermínio de pessoas negras, mas a fileira montada por indivíduos mortos seminus apresentava uma minoria de negros, restando evidente que não havia tal motivação por parte dos agentes da lei. Como não podemos questionar a ação daqueles que montaram aquele cenário, nem mesmo a polícia está autorizada a investigar, nos resta constatar que os falsos acusadores também não serão responsabilizados por afirmarem que os agentes de segurança agiram com o fim de exterminar negros.

A ausência de estatísticas em relação aos crimes domésticos vitimando homens e a presunção de crime de ódio contra minorias são outros fatores que alimentam falsas narrativas e, gradualmente, permitem que as pautas identitárias avancem. As feministas e o ativismo autodenominado LGBT e outras tantas letras, em sinal de total subserviência à revolução, passaram a defender grupos como o Hamas e a imigração indiscriminada de indivíduos cuja fé professada deveria causar temor em tais grupos, mas o objetivo central é a corrosão da sociedade ocidental e para tal fim, os grupos identitários estão dispostos a se aliar às forças nefastas, capazes de destruir seus próprios membros, como adeptos do islamismo ou governos autoritários como dos da Rússia e da China.

Uma parte, um pouco mais lúcida, do ativismo identitário que compreende gays, lésbicas e bissexuais, tem buscado se descolar dos demais integrantes do ativismo LGBT, buscando uma cisão em relação aos transexuais e a infinidade de denominações que completam a sopa de letras, por perceberem que o avanço de grupos cuja identidade pode causar mal a terceiros e manchar aquilo que acreditam ser uma luta justa, pois estão enganados.

É evidente que muitos se associaram ao ativismo por olharem somente a fachada, não percebendo que estavam sendo cooptados para as fileiras da revolução e que serão usados como carne de canhão assim que necessário por seus próprios líderes. Não por acaso o ativismo negro, que nega racismo contra brancos, cada vez mais incentiva o ódio aos brancos, como o feminismo faz com homens e os LGBT fazem com heterossexuais, colocando, de forma mentirosa, como opressores para justificar que sejam alvos de quaisquer ataques, ainda que ultrapassem o aceitável.

Recentemente, a jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo, publicou um artigo intitulado “Depois de superar o golpismo, Brasil precisa enfrentar a falta de limites do Supremo”, no qual aponta o quê, segundo a autora, seriam diversas irregularidades nos processos envolvendo o ex-Presidente da República Jair Messias Bolsonaro, seus aliados e apoiadores, deixando evidente que o julgamento, segundo a ótica da articulista, foi uma situação excepcional para combater aquilo que se convencionou chamar de “trama golpista”.

Estaria o Brasil, se interpretado o artigo de forma correta, diante de um Estado autoritário que lançou mão de um tribunal de exceção para atingir seus objetivos, mas não deveríamos manter tais arroubos, posto que a meta de extirpar uma corrente política fora alcançada com sucesso. Em síntese, a autora do artigo sugere que para derrotar o bolsonarismo tudo era válido e que o devido processo legal poderia ser violado, mas agora, que o indesejado líder de direita foi preso pelo regime, que ela trata como de exceção, não mais se justificam as ilegalidades outrora praticadas. Lembra muito da censura, que não deveria ser permitida em nenhuma hipótese, mas que era necessária para garantir o pleito eleitoral.

O artigo do O Globo nos faz questionar se a jornalista e tantos outros, não aceitaram conscientemente aquilo que consideram violações tão somente por odiarem o que Jair Bolsonaro representava, mas que sabiam serem medidas que em uma sociedade livre e saudável, não podem ser admitidas em nenhuma hipótese. Assim sendo, a jornalista e outros que adularam os arroubos de uma tribunal de exceção para que a corrente política a qual não comungam fosse destruída, mesmo cientes das ilegalidades.

A mesma linha de pensamento justificaria os campos de concentração nos regimes nazista e socialistas, bem como, ações consideradas pérfidas para prender opositores, agindo em clandestinidade ou enganação para que seus objetivos sejam alcançados. Por óbvio que o espectro que defende o socialismo e enaltece os guerrilheiros socialistas latino-americanos que, financiados e coordenados pela extinta União Soviética, buscaram tomar o poder a todo custo e gestaram a narcoguerrilha socialista que hoje assola toda a América Latina. Tal possibilidade explicaria a empatia demonstrada por aqueles com inclinações progressistas em relação às organizações narcoterroristas ou narcossocialistas, haja vista que, os fins justificam os meios e se a guerrilha for a única forma dos socialistas se manterem no poder, será apenas mais uma atrocidade tolerada em nome da vitória da revolução, que eles ousam dizer que é em nome da democracia.

Os jornalistas e juristas aceitaram tomar um veneno tão doce que acreditavam só mataria aqueles que se opunham as suas ideias, acreditando que não lhes faria mal beber algo tão perigoso. A chamada empatia suicida chegou às redações e aos movimentos progressistas de tal forma que o doce veneno é bebido como se fosse cerveja na oktoberfest, deixando evidente que não aprenderam com a história assim como os alemães que elegeram Angela Merkel após anos de socialismo terem destruído a Alemanha Oriental.

Talvez seja tarde demais para frear aquilo que os jornalistas, agora apontam como um tribunal poderoso demais, mas, sem dúvida, aqueles que apoiaram as alegadas violações escolheram de forma consciente, por paixão ao demônio, delegar poderes absolutos à quem estivesse disposto a enfrentar aqueles que os revolucionários do baixo clero desprezavam. Aos que ousarem abrir os olhos, saibam que a tirania não aceitará criticas e prefere destruir traidores a inimigos.

Como disse um jornalista, vassalo do regime, em tom ameaçador aos colegas que desejam o fim dos arroubos totalitários, “quando você olha para o abismo, o abismo olha para você”, sugerindo que, aquele que confrontar as trevas, por elas serão confrontados.

Que a história sirva de lição e que a humanidade compreenda que nenhum homem é infalível e, por tal motivo, não deve ter poderes absolutos.

“Mentir para si mesmo é sempre a pior mentira” (Legião Urbana/ Quase sem querer).


Leia o artigo: Meu adorável imbecil


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Artigo publicado na Revista Conhecimento & Cidadania Vol. IV N.º 60 edição de Novembro de 2025 – ISSN 2764-3867




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