Um mundo novo e melhor chegará, se…
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Nessa nova apresentação, pretendo através de uma clara reflexão fazer brotar de dentro de nós algumas respostas, e elas virão de acordo com o nível de consciência de cada leitor.
Não restam dúvidas que existe um clamor por um mundo mais justo, bom, belo e verdadeiro, se possível, que venha a nós o reino de Deus.
Com tudo o que nos parece claro é que as mesmas pessoas que clamam por um mundo melhor não sabem por onde começar. O ideal é que ao observamos a história devamos não apenas nos determos a nomes, lugares, épocas é tão somente fatos, pois isso nos tornaria especialistas em repetir o que aconteceu com um bom grau de conhecimento externo, mas que refletíssemos sobre o temas e perguntássemos: por que estas coisas aconteceram?
E por que tantas vezes?
Por que estes personagens e não outros?
Em alguns casos a semelhança é tão evidente que parece haver um padrão nos acontecimentos da história.
Outra reflexão importante é: Parece que mesmo alguns povos com ideias tão elevadas foram derrotados, com tudo suas ideias, não.
Esses valores, virtudes ideais tão elevados parecem saltar de um tempo a outro até encontrar outros povos onde posso renascer.
Fica claro então o seguinte: Mais que pessoas fortes, corajosas e cheias de poder para realizar algo, suas ideias devem ser seu estandarte.
Se nós apoiarmos em algo imortal, assim seremos.
Lembro-me de quando da morte de Jesus, seus discípulos quiseram desistir da portaria suas ideias, mas com a ressurreição, tiveram um novo ânimo.
Devemos considerar que o importante aqui não foi a ressurreição da pessoa de Jesus, mas com ele seu ideal de salvação, pois podemos imaginar se Jesus ressuscitado viria a desmentir todos o que apresentara antes?
Claro que nosso mestre não faria isso, mas mesmo ele poderia fazer morrer nossa chance de vida eterna.
Bom, o objetivo do texto não é religioso, mas filosófico.
É mostrar que, se queremos algo elevado, assim deveria ser, pois semelhante atrai semelhante.
E não só Jesus, mas todos os que se puseram a promover um mundo melhor focaram primeiro em elevar as pessoas, e depois seu contexto.
Em uma analogia bem simplória, mas muito eficiente, como colocar pessoas que nunca foram bem educadas a habitar uma cidade com todos os requisitos para uma sociedade melhor.
Não demoraria muito tempo para que a cidade fosse completamente destruída e levada ao nível de seus habitantes.
Existem duas propostas conhecidas, uma revolucionária, que visa acabar com tudo o que foi construído socialmente e começa-se então, do zero.
E outra revolucionária, que visa aprimorar o que já existe, ficando no que há de bom em cada uma delas.
A proposta evolucionária é natural e infalível, mas há que ter paciência, pois é também muito sensível e dependendo do descuido, põe- se tudo a perder.
Como numa gestação.
Numa gestação, temos a ideia, que está viva de rir de nós.
A partir disso, todas as atenções devem priorizar esta vida.
Quem já participou de uma gestação sabe o quanto custa em todos os sentidos, o quanto temos que abrir mão de algo que para nós é importante, mas não seria saudável ao ideal.
Sabe os que numa gestão se quisermos adiantar o processo, o risco de perdermos o ideal é altíssimo e caso se materialize como num nascimento, é alto também o risco de nascer defeituoso.
Aproveito para recomendar a leitura de uma obra:
“O IDEAL SECRETO DOS TEMPLÁRIOS”
Nesta obra, sua autora, Delia Steinberg Guzmán, nos mostra de maneira clara qual foi o motivo de tanto sucesso nessa irmandade tão famosa, e que deixou um rastro civilizatório para todos o que vieram depois.
A obra trata do movimento ocidental para uma nova civilização, mas há também obras que tratam de movimentos orientais, estas com um cunho mais interno como o Bhagavad Gita.
Não podemos nos comportar como certos herdeiros que recebendo uma herança suntuosa, sem estar preparado, coloca toda a herança a perder.
Em resumo, não podemos nos apoiar no materialismo se quisermos um mundo onde os ideais divinos governem.
Em algum nível, temos a oportunidade de fazer valer nosso “pequeno Éden”
E faremos se não dermos ouvidos à serpente dos ideais obscuros e não contamos do fruto do materialismo, pois a árvore da vida está nos mais altos valores humanos.
Talvez nossa luta dure por séculos! O que nos cabe é formar novos militantes que façam perdurar a força que temos empregado para fazer dar à luz, esse novo mundo.
Isso faremos educando a todos que pudermos com os valores que as forças obscuras da sociedade tentam destruir: Deus , Pátria, Família e Liberdade.
Também com eles as virtudes que os sustentam.
Se o nosso ideal de vida nos convocar, estaremos prontos?
Se vamos participar da batalha, quem seremos nós nela?
O que escreverão sobre nossa conduta?
Há quantos meses estamos de seu nascimento? Não sei, mas com certeza estamos gestando e o que podemos fazer é ficar na gestação desse ideal de um mundo novo e melhor, um dia alguém verá o fruto do nosso trabalho; O nascimento de um mundo melhor.
Que Deus abençoe nossa jornada!
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Artigo publicado na Revista Conhecimento & Cidadania Vol. V N.º 63 edição de Fevereiro de 2026 – ISSN 2764-3867





















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